Praça “da Estação” de Belo Horizonte

Bem localizada na Avenida dos Andradas, 201 fica uma praça belíssima, com prédio de arquitetura neoclássico, e conhecida pela população simplesmente como Praça da Estação.

Praça Rui Barbosa (Belo Horizonte)

Praça Rui Barbosa (Belo Horizonte)

A Praça Rui Barbosa é chamada assim por abrigar a antiga estação de trem, hoje de metrô, por onde Belo Horizonte começou seu progresso.
Por esta antiga estação chegavam e partiam visitantes ou trabalhadores das obras da capital das Minas Gerais, recém-saída do Arraial Curral Del Rey e também foi o marco da construção da cidade.

Belo Horizonte cresceu a partir desse ponto e, na torre do prédio, foi instalado o primeiro relógio público da cidade. Ao redor dela sempre existiram muitos comércios, restaurantes e construções que faziam aumentar o número de passantes.

Hoje a região permanece com o comércio ao redor, e é passagem de um volume grande de pessoas, mas também é um grande centro cultural formado por:

  • Museu de Artes e Ofícios, o único do gênero em toda a América Latina;
  • Casa do Conde de Santa Marinha,
  • Centro Cultural da UFMG,
  • Viaduto de Santa Tereza.
  • Serraria Souza Pinto.

 

>> Leia mais: O Mercado Central de Belo Horizonte

Na esplanada do prédio acontecem diversos ‘shows’, eventos culturais e sociais como o Arraiá de Belô (junho), a Parada do Orgulho LGBTQA+ (junho), e a Praia da Estação (de acordo com agenda popular).
A praça também é ponto de encontro de diversos blocos de Carnaval (de acordo com a data) e de várias manifestações políticas e sociais.

Além do maravilhoso prédio neoclássico, existem esculturas notáveis como os leões e o Monumento à Terra Mineira, uma enorme escultura em granito, instalada de frente para o relógio que representa o domínio do território pelos bandeirantes e a conquista da liberdade pelos mártires mineiros.

No bloco central existem representações dos martírios de cada um deles e a figura, inspirada no Deus Apolo, onde traz a inscrição em latim “Montani Semper Liberti” (traduzida como A montanha sempre está livre”).

Vale a pena visitar o museu e seu jardim, passear pelo prédio (o meu preferido na cidade) e atravessar para andar pelo jardim que fica em frente. A localização central possibilita que o visitante vá de metrô ou ônibus.

O MAO é preparado para receber pessoas com necessidades especiais e pessoas com dificuldade de visão, assim como grupos e excursões, porém é recomendável agendar a visita para ter acesso tátil às peças e auxílio de guias para os passeios.

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